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Todos juntos contra o abuso e exploração sexual infantil

O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infantil marca a luta da sociedade para proteger as crianças e jovens contra a violência sexual. A data, instaurada em 2000, surge em alusão ao crime que ocorreu no Espírito Santo em 1973 e vitimou Araceli Cabrera, de oito anos.

Os casos de abuso e violência nesta fase da vida ocorrem muitas vezes no núcleo intrafamiliar. Não raramente, abusadores são pessoas com as quais o jovem nutre uma relação de confiança, como tios, avós e os próprios pais. Por isso, muitas vezes a denúncia demora a acontecer.

Não há um comportamento padrão para as vítimas após os abusos: algumas irão se isolar tristes ou com medo, mas nem todas agirão da mesma forma. Se com as vítimas não há um padrão de comportamento, a mesma coisa acontece com abusadores: nem todos são violentos. Algumas vezes, o abuso é colocado como uma brincadeira e a vítima é recompensada com doces e presentes. Por isso, não é recomendável, por exemplo, que se dê um doce a uma criança e peça para ela não contar aos pais. São ações como essas que dão abertura aos abusadores para se aproveitarem dessa ingenuidade.

Para as crianças e adolescentes entenderem melhor o que pode significar um abuso, é importante que saibam reconhecer seus próprios corpos. Esse conhecimento pode se dar através da educação sexual, com ensino das partes dos corpos e a explicação que os donos dos corpos são eles mesmos! Ninguém pode tocá-los sem permissão.

Também torna-se necessário ensinar a contar qualquer ocorrido para uma pessoa de confiança, caso tenha acontecido alguma coisa em relação ao toque indevido em seus corpos. Além disso, é ainda mais importante que os adultos estejam prontos para aceitar a denúncia. Levem as crianças a sério!

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