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Lutar contra a escravidão faz parte da nossa história

Há exatos 134 anos chegava oficialmente ao fim a escravidão no Brasil. Assinada pela Princesa Isabel, a Lei Áurea marca a libertação do povo preto escravizado - quase 300 anos após o desembarque dos primeiros navios negreiros.

Sendo resultado de um processo lento e demorado, incluindo anos de derramamento de sangue e lutas incessantes, a Lei Áurea foi antecedida pela Lei do Ventre Livre e a Lei Eusébio de Queirós, ambas com caráter abolicionista, que desencadearam o fim da escravatura.

Apesar de importante, o dia 13 de maio deve ser lembrado não apenas como sinônimo de comemoração, mas sim como uma data para refletir acerca do que mudou nesses 134 anos. O fato é que a abolição instituiu que a pessoa preta não seria mais uma mercadoria; porém em contra parte, a lei não a reconhecia como propriamente um cidadão, nem instaura medidas antirracistas.

Segundo pesquisas, a maioria das pessoas pretas e pardas ainda se encontram em profissões de serviços subalternos e ocupam pouquíssimas vagas de gerência ou diretoria; falando ainda acerca dos empregos, pessoas pretas tendem a ganhar menos em relação a brancos; ou seja, as consequências da falta de inserção do negro na sociedade perduram até os dias atuais.

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